terça-feira, 18 de novembro de 2014

Bosque de Rio Preto ganha novos moradores


O Bosque Municipal de São José do Rio Preto acaba de ganhar uma série de filhotes. Pela primeira vez em 10 anos nasceu (no local), em cativeiro, filhotes de Arara Canindé, conhecida como Arara-de-barriga-amarela. São quatro ararinhas, que ainda estão sem penas e sob os cuidados da mãe.
A Arara Canindé vive 70 anos e é comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. As crias são totalmente dependentes dos pais e permanecem até 12 semanas no ninho.
“Nunca tivemos filhotes de arara, que são difíceis de procriar em cativeiro”, afirma o veterinário Bernard Von Shimovisky.
Também nasceram no bosque dois filhotes de Pavão e um veado catingueiro, além de coelhos, porquinhos da Índia e uma corujinha de orelha.
Os veterinários que cuidam do animais, Bernard e Maria Paula Beltran Alcazas, atribuem o aumento no número de filhotes e o nascimento das araras a uma mudança de alimentação, que foi providenciada recentemente. “Passamos a oferecer uma variedade maior de frutas, sementes e verduras para os pássaros”, explica Ana Paula.
Os novos filhotes ainda estão isolados e não podem ser vistos nos recintos. O Bosque de Rio Preto funciona diariamente das 9 horas às 17 horas.
Bosque de Rio Preto ganha novos moradores

O Bosque Municipal de São José do Rio Preto acaba de ganhar uma série de filhotes. Pela primeira vez em 10 anos nasceu (no local), em cativeiro, filhotes de Arara Canindé, conhecida como Arara-de-barriga-amarela. São quatro ararinhas, que ainda estão sem penas e sob os cuidados da mãe.

A Arara Canindé vive 70 anos e é comum na copa de florestas de galeria, várzeas com palmeiras (buritizais, babaçuais, etc.), interior e bordas de florestas altas. As crias são totalmente dependentes dos pais e permanecem até 12 semanas no ninho.

“Nunca tivemos filhotes de arara, que são difíceis de procriar em cativeiro”, afirma o veterinário Bernard Von Shimovisky.

Também nasceram no bosque dois filhotes de Pavão e um veado catingueiro, além de coelhos, porquinhos da Índia e uma corujinha de orelha.

Os veterinários que cuidam do animais, Bernard e Maria Paula Beltran Alcazas, atribuem o aumento no número de filhotes e o nascimento das araras a uma mudança de alimentação, que foi providenciada recentemente. “Passamos a oferecer uma variedade maior de frutas, sementes e verduras para os pássaros”, explica Ana Paula.

Os novos filhotes ainda estão isolados e não podem ser vistos nos recintos. O Bosque de Rio Preto funciona diariamente das 9 horas às 17 horas.
Inagem:Sergio Menezes/SMCS
O veado catingueiro é natural do cerrado

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